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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O fim-de-semana

"A praia de Imbassaí não se apreende num só golpe de vista, e isso é resultado do seu tratado natural e primitivo de rara beleza.

O rio que banha a população é o rio Imbassaí em Tupy que significa caminho das águas, integrando um ecossistema composto de mata atlântica, cachoeiras dunas e lagoas".

Este fim-de-semana vou para Imbassaí, depois de uma semana muito atribulada, entre testes e trabalhos. Com os feriados que vão ajudar ao aumento do tempo para aproveitar aqui a Bahia, escolhi ir com a "galera" do couchsurfing, visto a primeira experiência ter sido muito boa.

Desta vez vai ser um up grade, de Arembepe, num novo local, com mais pessoas e com um ambiente igualmente bom.

Novos relatos se avizinham, mas para apimentar a situação, deixo algumas fotografias, e quando escrever da próxima vez, espero trazer alguns deste cenários..
ORG











terça-feira, 26 de outubro de 2010

Modus Operandi

Nem eu sou dono de toda a sapiência, nem tu desse latifúndio.

Guerras entre soberanos, ideologias incomportáveis, hiatos gigantescos entre irmãos colaços, inadimplências tornadas mais do que banais. Um retrato ignóbil da verdadeira constituição (não constituinte) da actualidade "actual".
Citando Maquiavel, "não podemos oferecer o pão e o queijo". Não devemos oferecer o peixe ao faminto,mas sim, devemos ensina-lo a pescar!
Perante tais conjecturas merecedoras de escárnio, que diferença faz tudo isto com mais dois ou três pontos no leite achocolatado?

Aqui onde estou, temos problemas, problemas estruturais, históricos que um dia os meus "avós" aqui deixaram. Não deixa de ser por isso que este país não é uma das vinte maiores potências a nível mundial. E posso perguntar, seria isto possível sem um ensino que o possa sustentar?
Não vou dar uma conclusão, pois não acredito que alguém esteja em posição de a dar.

A época de "provas" na UEFS, começou agora e este último sábado tive a minha primeira prova que foi a Economia Internacional.
Foi um experiência muito peculiar, visto que aqui o "professor" nutre um grande sentimento de confiança e afecto pelos alunos.
Aqui a imagem do professor não é conotada de forma pejorativa. Durante a prova o professor dá liberdade aos alunos para a realizarem sem pressão e ao contrário daquilo que inicialmente pensei, aqui não existe um cultura de "copianço", existe sim uma vontade de saber uma cultura de aprendizagem que é intrínseca à maioria dos alunos.

São formas de operar, perante situações idênticas na maioria dos países. Esta falta de rigidez (não de exigência), seria impossível num país como Portugal, em que a cultura presente é a de conseguir ser melhor que o vizinho, quer seja por ter mais condições para o ser, quer seja por arranjar formas mais ou menos ilícitas de o fazer.
Aí, se roubas, não te vou denunciar, vou tentar saber como fazes, para fazer também.

No final, em primeira análise, a prova correu bem e pode ser que consiga atingir os objectivos a que me propus a esta disciplina.

ORG

sábado, 23 de outubro de 2010

Dura Praxis Sed Praxis

Nem tão dura, nem tão praxe!

Defensor acérrimo da integração dos novos "integrantes" das instituições de ensino superior, vejo com esplendor e gáudio as práticas inerentes à integração realizada pelos constituintes das entidades receptoras, dos denominados "caloiros".
Prática reiterada e aceite, já declarada como costume, historicamente nascida no âmbito clerical, datada do século XIV.
Com todos os defeitos inerentes a qualquer actividade, que possa sair do âmbito declarado normal pela sociedade, a praxe deixou de ser uma plêiade com vista a macular a honra dos indivíduos, passando a ser um factor de integração que, feito com moderação deixa recordações e saudades vitalícias. Relembrando também, que esta prática é facultativa e nenhuma discriminação existe por quem toma um rumo diferente.

Na passada quarta, fazia eu de normal transeunte, e eis se não quando fui abordado para participar na praxe (Trote) de Economia. Este consistia em organizar os caloiros em redor de um carro em andamento lento, em que este possuía umas "colunas de campanha", que tocava desde forró, a música internacional.

Foi bem divertido, deu para cantar, dançar (tentar), conhecer gente, privar com o Reitor!!! que também se juntou à festa. Consistiu também, em pintar as nossas caras com as cores do curso e ouvir música pela noite dentro.

Toda esta praxe foi realizada dentro do "Campus" Universitário, dando uma maior privacidade e liberdade, pois o barulho não era entrave, visto que as aulas já tinham terminado e também pelo facto de não existirem residências perto da universidade.

Foi uma praxe atípica, bem diferente da portuguesa, mas igualmente integrante. Desde esse momento, fiquei a conhecer ainda mais gente. Todos se mostraram muito disponíveis para conversar e apresentar os seus amigos.

De quando em vez, faz bem abrir o espírito e voltar no tempo!!!

ORG

domingo, 17 de outubro de 2010

O estranho caso do "Treinamento"

Biblioteca

1º Stage :)

Necessidades levam a procuras inevitáveis, pois a sua supressão acarretaria males maiores.
O conhecimento é inerente ao estudo e parafraseando as mais intemporais ideias, o maior nível de conhecimento vem dos livros. Livros estes, que nos podem dar maior facilidade de maneira a compreendermos toda a nossa envolvente, embora não seja um substituto de tudo o que possamos aprender na rua!
Não fazendo referência a sínodos, visto que o conhecimento se apresenta de soslaio embora seja, ou por objecto de procura ou por deambular nas pedras da calçada.

A primeira aventura na biblioteca, para requisitar um livro, foi bastante emotiva e morosa. Desde o início, já lá tinha ido, para ler uns artigos ou até mesmo para utilizar a Internet.

Até à data ainda não tinha tido necessidade de requisitar algum livro, mas alguma vez tinha de acontecer. Com o avançar das aulas, os diapositivos começam a não ser suficientes, então fui requisitar um livro.

MAZEL TOV

Fui fazer o cadastro, para isso foi necessário ir à secretaria da biblioteca. Quando lá cheguei expliquei a minha situação de alunos em mobilidade e que assim iria cá ficar durante pouco tempo. Então foi necessário entregar a guia de matricula e documento de identificação.
Mas, eis se não quando, a Sra. me pergunta se já tive o "treinamento" para saber utilizar as potencialidades da biblioteca!
"Treinamento"? Eu apenas queria um livro. Então expliquei à Sra. que queria o livro para levar para casa, apenas para o ler e que posteriormente o devolveria. Disse também que já sabia utilizar o software, para procurar o local do livro e a sua disponibilidade. Então a sra. continuou, dizendo que para fazer o cadastro eu teria de participar nos "treinamentos" que a biblioteca oferecia, para assim fazer o cadastro e posteriormente requisitar o tão famigerado livro.

Rui, tico-teco, puff.

Então fui a outra funcionária da biblioteca explicar a minha situação, pois apenas queria um livro para estudar.
Novo problema, teria de ter o "treinamento", para assim saber requisitar livros, aceder à rede nacional de universidades, que disponibiliza artigos, mediante o pagamento de uma franquia e também aceder ao "comotxi". Até agora não sei o que isso é.
Então, já eu estava a ver que não iria conseguir trazer o livro, mas alguém reparou na minha situação e assim facilitou a minha requisição!

Reservo o meu direito à dissidência, embora tal procedimento de "treinamento" tenha o seu ponto de razão.
Na minha opinião, os procedimentos adoptados pela instituição são um pouco rígidos, mas o software existente é deveras interessante, pois temos acesso a uma rede nacional que nos permite uma maior capacidade de obter informação e realizar uma troca mais fidedigna de "matérias". De ressalvar também, que este software está empregue numa biblioteca recheada de livros, revistas e artigos e só assim poderia ser utilizado. Uma das situações que me espantou, foi o facto de termos acesso não só a livros mas também a artigos, o que nos leva a uma panóplia gigantesca de informação.

Com o termo de comparação mais recente que tenho, que dá por nome de IPCA, (instituição que muito prezo, com todos os seus defeitos e virtudes) vejo uma maior agilização de processos por parte da minha instituição portuguesa, mas vejo uma maior capacidade de informação da minha instituição brasileira. De ressalvar porém que o IPCA é uma instituição muito mais recente e menor, apenas em estrutura física, pois a nível nacional tem/temos vindo a crescer exponencialmente!

ORG

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Oh Meu Anjo!

CUI!

Dia 12 foi festejado o dia da criança aqui no Brasil. Como o dia era a uma terça-feira, é concedida tolerância às entidades públicas, desta forma, a nossa Universidade fez "ponte" e não tivemos aulas até terça.


Então, no sábado no final das aulas, sim porque antes do lazer existe a responsabilidade e não nos deixamos "adormecer na praia", não porque "temos" de levar boas notas, mas sim porque "queremos" levar boas notas. Também não nos sentimos obrigados a fazer todas as disciplinas, mas vamos fazer todas as disciplinas, pois foi a isso que nos propusemos, a nós mesmos e não a outrem. Estamos aqui como grupo responsável que somos, com o objectivo de crescer, aprender e apreender por todas as experiências que passamos, pois o conhecimento não advém apenas do estudo, mas sim da aprendizagem que temos no nosso dia-a-dia. Pena temos, dos leigos criadores de opiniões, que mais não são do que uma extrapolação da falta de tacto ainda existente, perante criadores de oportunidades. Opiniões realizadas por temerários, que em nada nos demove do nosso estado absorto, não nos deixando cair em lassidão, pois temos idade e mentalidade para alcançar novas metas, não tendo qualquer tipo de nepotismo, inerente ao tão bom português.

Temos sido extremamente elogiados pelos professores, tanto pelas nossas intervenções, mesmo que poucas, como pela nossa irreverência com tal "aventura".

No dia de Sábado utilizamos o nosso transporte(pão-de-forma) e fomos ter à rodoviária e por sua vez, utilizamos o autocarro para ir para Bom Jesus dos Pobres.




Quando lá chegamos, nada daquilo que nos tinham dito correspondia. Era uma vila com mar, mas sem praia, e como se disse por cá, o mar era composto por rochas com água. Tínhamos também uma praça no centro da vila com vários bares, em que se tocava muito pagode. Foi muito engraçado, rimos imenso, pois aqui existem muitas "opções", e todos dançam por aqui. Não existem palavras para descrever a situação!

Mesmo não sendo do agrado, deu para tirar coisas positivas. Estava numa casa em frente ao mar, o que é sempre relaxante.



No dia seguinte, pela manhã peguei na mochila e rumei a Camaçari, mais propriamente para Arembepe, acampar. Em Arembepe está situada a primeira aldeia hippie do Brasil e por esta já passaram nomes como Mick Jagger, Roman Polanski, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jannis Joplin. Um cenário fundado há cerca de 150 anos, mas com maior protagonismo nas décadas de 60 e 70.



Depois de lá chegar, foi o gáudio total, estava naquele momento a partilhar a mesma experiência pela qual Jannis Joplin já tinha passado. Foi sem dúvida uma experiência única e de valor inestimável.


Antes de para lá ir, já havia combinado com a comunidade do CouchSurfing, para fazer o camping. Quando cheguei, fui extremamente bem acolhido. Fomos conhecer um pouco da praia e os restaurantes, pois a fome já apertava. Comi carne do sol com aipim, algo que ainda não tinha provado, mas que desde logo aprovei. Muitas fotografias tirei, para registar o momento. Uma praia bem ao jeito brasileiro. Barcos atracados na costa e os bares bem em cima da praia, mesas na água e uma marisco para acompanhar, juntando também ovos de codorniz cozidos, o que fica extremamente bem e com um sabor bastante agradável


Pela noite fomos procurar a aldeia para acampar, reunimo-nos com todos os membros do CS presentes (deixo uma palavra de muito carinho e apreço para a Sabrina que desde o início me ajudou na minha integração nesta comunidade). Foi um experiência óptima, pois compartilhei histórias com pessoas que já tinham viajado por imensos países e continentes. Estive com pessoas de vários países: Julius, Sabrina, Elaine, Camila, Renato, Antônio, Thiago, Márcio, Telma, Samanta,Liane (BRA); Derly(Colômbia), Massimo (ITA), Peet, ?? (Bélgica), Emily (AUST), Romina (Chile), ?? (COR). Espero não ter esquecido ninguem, caso aconteça, avisem.

Um das partes mais engraçadas, foi tentar explicar o meu nome, pois Emily e a menina coreana tiveram imensas dificuldades, abreviando para CUI, que ficava bem mais fácil, embora um pouco sugestivo!!!

Foi uma imensa troca de experiências, tanto a nível de culturas, como de idiomas, visto estarem tantos países e continentes representados. Foi mais do que um acampamento, foi um momento de aprendizagem, de calma e de alegria. Foi locação de conhecimentos incrível, que me dá ainda mais força para continuar a procurar e encontrar novas pessoas e experiências.

Muito mais há para contar, mas as palavras são poucas para caracterizar.

Depois do acampamentos, fui para Salvador, passei no shopping, mas como está em cena o "Tropa de Elite 2", foi bastante difícil estar lá dentro.

Nesse dia à noite, fui conhecer Salvador, indo à barra, passando pela Igreja do Bonfim e outros tantos locais.


Têm sido experiências incríveis, que me têm feito crescer com cidadão!
ORG

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

1º Mês


O 1º é sempre o que custa mais.




Foi um mês diferente de todos os que já tive até agora. Outro continente, outro país, a mesma língua, cultura diferente, gastronomia, quase tudo é diferente aqui. Desde as pessoas às coisas mais materiais, como casa ou ruas.


Todo este mês foi de intensiva apredizagem e mesmo assim não chega, nem o tempo que cá vou estar vai chegar para conhecer esta cultura e adaptar-me perfeitamente, pois com tal imensidão de diversificação, toda a adaptação ficará sempre em construção.


Fazer um síntese deste mês, chega a ser um pouco injusto, pois sempre algo fica por dizer, ou alguém por mencionar, mas importa deixar uma palavra para o Júnior, a Paloma e Filipe, que desde o primeiro dia estiveram sempre disponíveis a mostrar tudo de bom e de menos bom que este bairro tem, sempre tiveram disponibilidade de nos apresentar tanto às turmas que frequentamos, como aos restantes alunos da UEFS, falta dizer também que abriram as porta do directório académico para qualquer coisa que fosse preciso.


É importante dizer que me sinto completamente satisfeito aqui, pois desde o primeiro dia, o corpo integrante do gabinete de relações internacionais sempre teve disponibilidade para nos dar apoio e posso ainda referir que, em comparação com outras Universidades brasileiras, fomos extremamente bem recebidos, pois tenho colegas que dizem que tiveram de "se virar", pois tiveram pouca ajuda da Universidade, o que não foi o meu caso.


Posso também dar uma visão desta cidade, que é a segunda maior do estado da Bahia e a 3ª com maior importância, pois é o cruzamento para qualquer cidade aqui da Bahia, tendo todos de passar por aqui, quer para a Bahia quer para uma grande parte do país.

É uma cidade industrial, não confundir com industrializada, pois aqui apenas se aposta na criação de industria e não de avanço. Este é um centro quase comercial, mas apenas de lojas de pequeno comércio e com uma grande base de oficinas e de produtos automóveis.

É bastante parada em relação a animação, embora tenha alguns bares e cafés.

Esta semana fomos convidados para sermos oradores numa palestra sobre "Internacionalização". Fizemos uma apresentação em PowerPoint sobre o IPCA,Barcelos e Portugal, sendo um pouco cicerones e trabalhando também para que possamos receber estudantes brasileiros em Portugal. Falamos também um pouco sobre a nossa chegada e estadia aqui no Brasil. Fomos gabados por todos os presentes, principalmente pela parte em que referimos as tradições académicas. Privamos com o Reitor e este congratulou-nos pela apresentação e logo se mostrou disponível para qualquer coisa que nós fossemos precisar. Algo que me impressionou, foi a disponibilidade do Reitor em ter um diálogo connosco, que seria impensável de acontecer em Portugal, pelo menos nestas circunstâncias. No final, o Reitor trocou o número de telemóvel comigo, pois vai passar o feriado no mesmo local que nós e assim mostrou-se também disponível para se encontrar connosco e mostrar a área.


Esta experiência tem sido extremamente enriquecedora, mais enquanto Homem do que em termos académicos, pois aqui a oferta formativa não é muito diferenciada daquilo que acontece em Portugal e a pedagogia também não difere em grande medida, embora os professores não se coloquem em pedestais como os seu homónimos em Portugal. Neste país e em particular nesta Universidade, os professores levam a pedagogia mais para o ensino e partilha de algo, do que para o comércio de um produto, como acontece em Portugal. Aqui somos colegas dos nossos professores, somos parte integrante de um programa e não receptores de informação por parte de uma elite que se julga superior, apenas por vender informação a quem a quer ou pode utilizar. "A educação não é mercadoria"


Com esta mobilidade, tenho uma oportunidade a agarrar, visto que estas só passam uma vez à nossa porta. Desta forma, vou retirar tudo o que ela me oferece e assim crescer.


A Universidade não pode continuar a ser apenas receptora e propiciativa. Tem de ser pró-activa e não reactiva, pois quando um problema é entendido, significa que já está resolvido. Temos de criar, diferenciar e procurar, pois não há respostas para "não perguntas", nem bónus para quem espera.


A nossa vantagem é inerente à nossa ambição!
ORG

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Legalize it

Voa menino, voa!


Antes de mais, já estou legal. Quase um mês depois de pisar solo brasileiro, apenas agora me consegui legalizar.

Em Portugal, fui informado que, aquando da minha chegada, teria de me encaminhar à polícia federal para obter o CPF!

Depois de cá chegar, fomos procurar a polícia federal. Não existia cá em Feira, assim tivemos de ir a Salvador. Depois de estar em Salvador, lá aparecemos à polícia e a primeira coisa que o oficial que estava na entrada nos disse foi: "Não podem entrar de bermudas".
Eu e o Mário estávamos de calções e a tentativa saiu desde logo frustrada. Mas já que lá estávamos perguntamos se era ali que teríamos de levantar o CPF e desde logo nos foi dito que não!


De volta a casa fomos procurar informações e então ficamos a saber que era na Receita Federal, no edifício do Ministério da Fazenda. Então, procuramos em Feira para poupar uns trocos na viagem e assim tiramos o CPF em Feira.

Depois disso, tínhamos de nos apresentar na polícia federal! Voltamos novamente a Salvador, pois só lá esta se encontra. Entramos, estivemos a dizer para o que vínhamos e qual não foi o espanto quando nos disseram que não era lá, mas sim no Aeroporto!!!

Aeroporto? Aí foi onde estive antes de tudo. Foi o primeiro local que pisei na Bahia e sei agora que podia ter poupado todo este tempo e dinheiro logo no primeiro dia, pois no aeroporto também existe receita federal e assim ficaria tudo pronto logo no primeiro dia.

Então, fomos para o aeroporto, preenchemos os requisitos que nos foram pedidos, apresentamos todos os documentos e pagamos a franquia que nos foi apresentada. Ainda foi um valor razoável.

De ressalvar, que nesse mesmo dia me levantei às 7h da manhã e cheguei a casa pelas 18h!!
Foi um dia em cheio, mas serviu para resolver tudo e assim já não tenho mais problemas com burocracias.

Voei de um lado para o outro, perdi tempo que podia ter utilizado de uma maneira muito mais agradável, gastei dinheiro que certamente iria aplicar em locais em que tiraria maior proveito para a minha pessoa, mas não foi o que aconteceu.
Mas mesmo assim, algo se tira de positivo, nem que seja o tipo de aventura, que de agradável teve pouco, mas deu para perceber que com um pouco mais de pesquisa de consegue poupar muito tempo e dinheiro!

Antes de terminar, deixo o aviso para quem faça qualquer tipo de mobilidade, para se informar com a maior antecedência possível e no maior número de instituições sobre os procedimentos a tomar..
Acredita, vais poupar muito tempo!!! :)

ORG