Número total de visualizações de páginas

sábado, 23 de outubro de 2010

Dura Praxis Sed Praxis

Nem tão dura, nem tão praxe!

Defensor acérrimo da integração dos novos "integrantes" das instituições de ensino superior, vejo com esplendor e gáudio as práticas inerentes à integração realizada pelos constituintes das entidades receptoras, dos denominados "caloiros".
Prática reiterada e aceite, já declarada como costume, historicamente nascida no âmbito clerical, datada do século XIV.
Com todos os defeitos inerentes a qualquer actividade, que possa sair do âmbito declarado normal pela sociedade, a praxe deixou de ser uma plêiade com vista a macular a honra dos indivíduos, passando a ser um factor de integração que, feito com moderação deixa recordações e saudades vitalícias. Relembrando também, que esta prática é facultativa e nenhuma discriminação existe por quem toma um rumo diferente.

Na passada quarta, fazia eu de normal transeunte, e eis se não quando fui abordado para participar na praxe (Trote) de Economia. Este consistia em organizar os caloiros em redor de um carro em andamento lento, em que este possuía umas "colunas de campanha", que tocava desde forró, a música internacional.

Foi bem divertido, deu para cantar, dançar (tentar), conhecer gente, privar com o Reitor!!! que também se juntou à festa. Consistiu também, em pintar as nossas caras com as cores do curso e ouvir música pela noite dentro.

Toda esta praxe foi realizada dentro do "Campus" Universitário, dando uma maior privacidade e liberdade, pois o barulho não era entrave, visto que as aulas já tinham terminado e também pelo facto de não existirem residências perto da universidade.

Foi uma praxe atípica, bem diferente da portuguesa, mas igualmente integrante. Desde esse momento, fiquei a conhecer ainda mais gente. Todos se mostraram muito disponíveis para conversar e apresentar os seus amigos.

De quando em vez, faz bem abrir o espírito e voltar no tempo!!!

ORG

Sem comentários:

Enviar um comentário